3 de jun de 2008

tundra power


Na sexta teve show do Max Tundra no Studio SP. Eu perdi porque tava fazendo a Brasa - o show do Do Amor foi fudido, por sinal. Que bom que no domingo teve um showzinho surpresa dele na casa do Mancha, que é uma mistura de casa do cara com espaço pra festas na Vila Madalena. Bom, Max Tundra é amor antigo. O último disco dele, Mastered by the Guy at Exchange, de 2002, era hit nas festas da Generics. Ele deve lançar um disco novo em setembro. Perguntei porque demorou tanto e ele me disse porque é música que dá trabalho. Ao vivo, ele mostrou algumas delas e entendi o porquê. As bases são complicadíssimas, cabeçudas, mas ainda sim com um arrojo pop pouco visto. E, pelo que vi, o disco pode torná-lo grande, porque desta vez ele acerta cheio em fazer hits. As músicas têm mais ganchos do que nunca. E ainda vai rolar um empurrãozinho da tour do Hot Chip que ele deve abrir em breve. E o cara - Ben Jacobs, para os íntimos - ao vivo é absurdo. Tocou teclado - um Minami cujas teclas eram feitas pelo meu pai! - escaleta, casiotone, guitarra, flauta doce e metalofone. E ainda é simpaticão e dança muito. Quer dizer, com um estilo todo dele. Demais participar dessas coisas que vão ser mais lembradas do que presenciadas.

Um comentário:

Katia Abreu disse...

"um Minami cujas teclas eram feitas pelo meu pai!"

comassim, dago?
eu tenho um órgão (sem trocadilhos, plis) minami... seu pai fez as teclas dele também? ;)