parte 2, com Daniel Johnston, Passion Pit, Au Revoir Simone, Cursive, No Age e Matt & Kim:
parte 3, sem cortes (a versão que foi ao ar na Cultura foi censurada por conta do estado da Fê em dado momento), com Girls, Mae Shi, Woods, Wavves, Popo, Pre, Dark Meat, patinação artística com Holger, Holger ao vivo, Grizzly Bear, Dinosaur Jr, Pterodactyl e Starfucker:
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28 de abr. de 2009
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21 de out. de 2008
dagofest - internacional
Temporada de festivais começando pra valer essa semana e eu sem tempo de postar. Amanhã começo a função do Timfa que só termina - dã - no sábado. Tava pensando num festival numa escalação de festival que gostaria de ver por aqui, seguindo os seguintes critérios idiotas: 1. a banda tem que ser demente ao vivo 2. a banda nunca pode ter tocado no Brasil 3. só botei bandas que já vi ao vivo e tenho certeza que são dementes. Ou seja, um festival com bandas que acho que o Brasil mereceria ver embora não saiba disso. Já falei de todos aqui. Então acompanha nos vídeos e vê se não ficaria foda:
1. Mae Shi
2. Matt & Kim
3. Death Set
4. Holy Fuck
5. Man Man
6. An Albatross
7. Dark Meat
8. Crystal Antlers
1. Mae Shi
2. Matt & Kim
3. Death Set
4. Holy Fuck
5. Man Man
6. An Albatross
7. Dark Meat
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8 de out. de 2008
pop montreal - dia 1

Antes do primeiro dia, passei dois descansando, passeando e, principalmente, comendo bem em Montreal. O grande parceiro foi o Nobre, que chegou com família e tudo na cidade. Então teve um jantar no clássico Schwartz, com o inacreditável sanduíche de carne defumada. O sanduba é só pão, mostarda e muita carne defumada fatiada. Mais nada. As filas dobram a esquina com gente louca pra comer lá. Mas bom mesmo foi o jantar da noite seguinte, no Au Pied de Cochon. Martin Picard, o chef do restaurante é gênio. Transforma comida de troglodita em arte. Entre as coisas lindas que serve, estão o pato na lata, que é aberta na mesa do cliente, e o pé de porco recheado de foie gras. Da outra vez que passei por lá, comi hamburguer que foie gras com poutine de foie gras. Dessa vez, peguei mais leve. De foie gras, só mandei o delecioso cromesquis, cubinho empanado recheado com foie gras líquido. É das melhores coisas que já provei na vida, só isso. De entrada, ainda mandamos um bolinho de bacalhau. O prato principal foi bife de veado com molho de cogumelos. O nobre mandou uma costela de bisão. Flintstones total. Tudo delicioso. Eu tava pronto pra maratona que começou na quarta.
A quarta ainda foi leve. A feta de abertura teve poutine, hot dog e cerveja grátis, e uma dupla de DJs tocando o fino do tecnobregra, entre outras coisas. O primeiro show que vi foi o Hot Chip em uma noite inspirada. Agora ele têm um baterista fixo, o que deu mais peso ao show. E, como esperado, "Ready For The Floor" quebrou tudo. De lá, passei na festa da Vice, mas a banda que tava tocando, Devil's Eyes, era bem fraquinha. Nem com cerveja grátis deu pra ficar. Corri pra Sala Rossa e vi boa parte do show do Vetiver, que foi bonitinho, mas não comoveu. Esperava mais. Passada rápida pra ver o show divertido da Donzelle e, por fim, voltei pra festa da Vice, onde vi o melhor show da noite. Carnaval no trailer park, versão white trash do Arcade Fire, Móveis Coloniais de Acaju do inferno: o Dark Meat é mais ou menos tudo isso ao mesmo tempo. Uma orquestra de doze - incluindo dois bateristas, um deles de tanga, e um doente tocando tuba no meio da platéia - pessoas fazendo rock sujo, barulhento e pesado. Caras pintadas, gente suada, chuva de purpurina, jatos de ar, instrumentos jogados para a platéia, stage dives, tudo acontecendo ao mesmo tempo. Overdose sensorial fudida. Saí surdo e moído. O show dos caras é uma surra.
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