Última parte da cobertura do SXSW, com Stephanie Toth, The Termals, Vivian Girls, Crystal Antlers, Akron / Family, Monotonix, HEALTH, Max Tundra, Mae Shi, Aids Wolf e Garotas Suecas.
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12 de mai. de 2009
antes que eu me esqueça
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17 de nov. de 2008
tundra power
Pitchfork também gostou do disco do Max Tundra. Bela resenha, aliás.
15 de out. de 2008
outro melhor do ano
Acho que ainda não falei aqui que finalmente o Alopecia, do Why?, tem um rival pra melhor disco do ano: Parallax Error Beheads You, do Max Tundra. O disco é coisa de gênio. O cara demorou seis anos trampando nele e, quando veio ao Brasil alguns meses atrás, deu uma palhinha do que seriam as músicas. Pena que foi pra poucos. Muito pouca gente foi ao Studio SP pra vê-lo - nem eu fui - e o show surpresa na casa do Mancha foi pra umas 30 pessoas. Nesse eu fui e fiquei de cara com as músicas novas. Tive certeza que o disco seria matador. Mas Parallax Error Beheads You é ainda melhor do que eu esperava. É o Max Tundra demente do anterior Mastered by the Guy at Exchange fazendo canções pop. O disco junta Michael Jackson com Aphex Twin, poperô com Avalanches em dez músicas que são coisa de gênio. Como se não bastasse, o primeiro single tem esse clipe fudido:
3 de jun. de 2008
tundra power

Na sexta teve show do Max Tundra no Studio SP. Eu perdi porque tava fazendo a Brasa - o show do Do Amor foi fudido, por sinal. Que bom que no domingo teve um showzinho surpresa dele na casa do Mancha, que é uma mistura de casa do cara com espaço pra festas na Vila Madalena. Bom, Max Tundra é amor antigo. O último disco dele, Mastered by the Guy at Exchange, de 2002, era hit nas festas da Generics. Ele deve lançar um disco novo em setembro. Perguntei porque demorou tanto e ele me disse porque é música que dá trabalho. Ao vivo, ele mostrou algumas delas e entendi o porquê. As bases são complicadíssimas, cabeçudas, mas ainda sim com um arrojo pop pouco visto. E, pelo que vi, o disco pode torná-lo grande, porque desta vez ele acerta cheio em fazer hits. As músicas têm mais ganchos do que nunca. E ainda vai rolar um empurrãozinho da tour do Hot Chip que ele deve abrir em breve. E o cara - Ben Jacobs, para os íntimos - ao vivo é absurdo. Tocou teclado - um Minami cujas teclas eram feitas pelo meu pai! - escaleta, casiotone, guitarra, flauta doce e metalofone. E ainda é simpaticão e dança muito. Quer dizer, com um estilo todo dele. Demais participar dessas coisas que vão ser mais lembradas do que presenciadas.
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